terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Título neutro para guardar a sur-pre-sa

Hoje eu acordei e mamãe estava toda amores, sabe-se lá por quê, mas na hora eu deduzi imediatamente que o resultado do vestibular já tinha saído, ela já tinha olhado, eu não tinha passado, e alguém tinha que me consolar. (Er.) Ignorei, abri o site da UFC, necas.
Aí eu fui fazer a minha prova da Unicamp, a segunda fase, super calma e relaxada, diferente de ontem, quando esqueci o RG e só fui perceber a três quarteirões do local de prova (!!!!!!). A prova foi ok, quer dizer, Física tava uma maravilha, mas Geografia... bom, inventei um bocado de coisa. Acabei mais ou menos cedo, saí, e imediatamente telefonei para mamãe, não pra saber do vestibular, mas pra ela ir me pegar. Sendo que mamãe já tinha visto o resultado, chorado, rido, telefonado pra deus e o mundo.
E aí...
Eu passei.
Passei, passei, passeeeei!
Mas eu tinha feito uma prova tão boa que, bom, em alguma coisa na minha vida eu tinha que ter confiança, né? Pois é.
Eu até pensei em não fazer mais a prova da Unicamp de amanhã, sendo que eu já cheguei até aqui... não dá, né. E são as provas mais bobas, nada sugador-cansativo-não-aguento-mais-essa-sala-de-aula, então são minhas últimas provas antes da... tchantchantchantchanTCHAM! Fa-cul-da-de.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Para esse ano que bate na porta

Primeiro, todas as coisas boas que aparecem nos cartões de fim de ano. Depois uma agenda, porque eu fiquei mal-acostumada e já estou com entradas de cinema esperando ser coladas.
O resto deixem por minha conta.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Esconde-esconde

Eu tinha começando um longo texto sobre expectativas e pontos altos do ano passado, mas é claro que bateu uma preguiça e é claro que eu acabei deixando o projeto (projeto?) de lado...
Fui procurar algo pra tapar buraco e achei essa adorável história em quadrinhos que eu fiz provavelmente lá pelos oito anos, e que é definitivamente a minha primeira tentativa na área. Eu desenhei a lápis, cobri com caneta e até pintei com lápis-de-cor no final, então espero que percebam o meu esforço em fingir ser profissional, etc. Olhando agora, ainda mais o original que não foi editado no Photoshop, dá pra ver que ficou uma droguinha, mas, ai, o enredo é tão bonitinho, todo planejado! (Não.) E eu lembro que super me diverti inventando boas maneiras dos pokémons se esconderem, sempre levando em conta o tipo deles e tal... E eu também adorava desenhar bolos e copos de refrigerante, hahah!
E... nostalgia, puxa.

Aiaiaiai, puxa, adoro! Melhores momentos, por favor, decidam:
a) Terceiro quadrinho, muito bom, totalmente Pushing Daisies os personagens repetindo o que o narrador acabou de falar!
b) Triste conotação sexual do sétimo quadrinho, que eu nem sequer considerei na época, porque eu não sabia de nada, só os nomes dos 151 pokémons, naturalmente.
c) Cortina caindo DO CÉU no nono quadrinho! Pendurada num arco-íris, quem sabe.
d) No quadrinho grandão (oi?) laranja, super fala “Se você não tivesse falado nada a gente ia ganhar 10,00 R$”, para vocês terem idéia de meu eu Manolito, que tinha que colocar dinheiro em algum lugar da história! E, conversando com um amigo, percebi que, apesar de estar bem óbvio pra mim, essa parte não está clara para os outros... Bom, mãe de Oddish prometeu dar dez reais para os pokémons se eles ajudassem a esconder a festa surpresa! Diglet acabou dando com a língua nos dentes, mas felizmente o aniversariante não percebeu! (Ok, me sentindo levemente doente... Mas enfim.)
e) Diglet e sua grama portátil!
Ou todas as alternativas anteriores, que certamente é a minha resposta! Ah, tudo está demais, morro de rir relendo! Da minha ingenuidade infantil, da minha incapacidade de fazer frases longas ou frases retas, ah, puxa... NOSTALGIA.