domingo, 17 de janeiro de 2010

Cabelo tutti frutti

Fiz mechas no cabelo!Tã-dã! Rachel é essa amiga que sempre, sempre mudou de cabelo. Quando a conhecia, ela era ruiva, mas o cabelo natural era castanho. Cortou, ficou loira, fez mechas cor-de-rosa aqui em casa (com papel crepom!), parou de fazer escova e encarou de braços abertos os cachinhos, cortou franja, etc, etc. Eu ficava só observando, de esguelha, sem coragem.
Segunda-feira eu fui cortar o cabelo num shopping (por falta de conhecimento em matéria de cabeleireiros) e me assustei com o corte 50 reais. Não tive coragem, mas fiquei perambulando pelo lugar atrás de algo para comprar e não perder viagem. Já tinha desistido de tirar a carteira do bolso e estava a caminho da parada quando minha memória rebobinou e eu vi: Cosbel, loja de cosméticos e produtos de beleza. Voltei e não perdi viagem.
Descobri que: descolorir o cabelo é muito divertido! E é viciante! Agora eu entendo MariMoon e pessoas da laia, meu deus, como é legal ficar loira, depois não ficar mais, e mudar, mudar, mudar. Não sei como me aguentei tanto tempo com esse preto entediante.
Agradecimentos a Gabi, quem provavelmente me deu a maior parte da coragem quando apareceu aqui exibindo seu restinho de mecha. (Essa menina não para de aparecer no blog? Xô!)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Grand finale

Eu sempre fui filha única, nunca convivi com meus irmãos, sempre tive amigas repletas de sentimentos fraternos, é minha irmã é muito chata pra lá, tô morrendo de saudade do meu irmão pra cá. Minha mãe tem oito irmãos, mas nem considerou que eu fosse querer um também.
Gabi veio, passou duas semanas comigo, dormindo no mesmo quarto, comendo da mesma margarina, assistindo a mesma TV, e segunda se foi! O apartamento ficou grande demais pra mim.

sábado, 9 de janeiro de 2010

As aventuras da semana

Grogadas!Gabilu veio de São José e está aqui em casa desde o ano passado! Passamos muitos dias grogues (principalmente após lanche do Catatau, e depois da injeção de preguiça no hospital também) em casa e fora de casa (muitos, muitos dias fora de casa!). Não podemos evitar, a groguez nos invade.
Nos restam dois dias e mal sabemos o que fazer com tantas opções na cidade! (E nenhuma vontade de sair, comentário por Gabi.) Teatro? Centro? Cinema? Balada? Praia? Serra? Pôr-do-sol? Restaurante chique à beira do mar? Oh, dúvidas!
O bolo de maçã ficou uma delícia, e certamente não nos fez passar mal. O jogo de War nem foi terminado, a gente se cansou pelo meio. A mala de Gabi vai voltar entupida de livros que ela não leu, apesar de todas as tardes gastas no sofá lendo. Quase zeramos RollerCoaster! E vimos um filme gay e incestuoso. E outro extremamente cômico que ainda gera comentários. E outro extremamente longo, de dar raiva em qualquer um de tanto sofrimento que nossa Björk passava.
Fechando com chave de ouro, uma obra-prima que lemos na biblioteca pública:
O casamento de porcolino