Eu tenho me descoberto extremamente raivosa e narcisista nessas últimas semanas pré-férias... e ciumenta também.
E, pior do que o choque de culturas, é esse meu prazer em cultivar e adubar com carinho essas emoções... Assim... Eu não deveria tentar evitá-las?
A raiva já passou há um tempo, mas ainda me lembro de como eu, com o maior amor, ia piorando e aumentando aquela bola de neve e me sentindo altamente poderosa até que tudo eventualmente explodisse... Como também não sou imatura (demais), fiz tudo consciente e me controlei. Agora passou, e as preocupações em não explodir com ninguém inocente também!
O narcisismo mostrou as caras há uns meses e foi crescendo na última semana até que, em uma doce e azul tarde, eu me achasse bonita. Bonita. Ha-ha. É muito amor mesmo.
E por fim os ciúmes... mas deles nem falo que tenho vergonha! De qualquer forma, tenho conseguido deixá-los de lado, já que esses são meus últimos dias no turno da tarde (sim, pretendo mudar pra manhã e ter um horário de estudo decente! Falei com a minha coordenadora, e ela disse que eu teria que esperar aparecer alguma vaga, então me desesperei logo e fui falar com a coordenadora geral. Ela disse “Ok, eu vou ver” de um jeito sério e concentrado que me deixou bastante confiante!) e tenho que aproveitar o tempo que resta com meus amiguinhos bestas antes que eu me sinta novamente deslocada semestre que vem... Ai, ai...
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terça-feira, 24 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Por que fiquei cinco dias sem postar
Eu sei que nem deu pra sentir falta (bem, eu senti!), mas meu computador teve um leve piripaque na semana passada e apagou de vez no domingo. Hoje foi ao conserto, e o veredito do cara foi que a CPU estava empoeirada e com pêlo de gato. Ou gatas.
Nina tem que entender que se embrenhar pelos infinitos fios da escrivaninha não é a mesma coisa que se aventurar na selva amazônica!
Nina tem que entender que se embrenhar pelos infinitos fios da escrivaninha não é a mesma coisa que se aventurar na selva amazônica!
sábado, 14 de junho de 2008
Tudo é relativo
Comecei a estudar Física Moderna enfim e devo dizer que Einstein era um gênio já aos 16 anos. Até aqui nenhum drama, eu adoro admirar pessoas e estou encantada com as idéias que ele tinha quando era mais novo do que eu.
Só tem um probleminha: eu já tenho 17 anos e nada!!!
Sabe, eu realmente cultivava essa idéia de eu revolucionar alguma coisa aí e ganhar um Nobel e ficar rica e explodir de compras nas livrarias mundo afora..., quando era criança e péssima em futebol (mas isso ainda sou...!), até acreditava que quando começasse a aprender Física e dominasse a mecânica eu seria capaz de fazer gols e mais gols só de cálculos matemáticos. (E eu até visualizava as linhas e vetores e equações na minha cabeça, enquanto minha perna se movia em câmera lenta!!!)
Pesquisando loucamente atrás de provas de que talvez ele tenha sido um pouquinho como eu, normal, infantil e, bem, besta, encontro isso:
E tudo o que eu tenho a dizer é: seu babaca.
Agora com licença que eu tenho muito, muito a estudar.
Só tem um probleminha: eu já tenho 17 anos e nada!!!
Sabe, eu realmente cultivava essa idéia de eu revolucionar alguma coisa aí e ganhar um Nobel e ficar rica e explodir de compras nas livrarias mundo afora..., quando era criança e péssima em futebol (mas isso ainda sou...!), até acreditava que quando começasse a aprender Física e dominasse a mecânica eu seria capaz de fazer gols e mais gols só de cálculos matemáticos. (E eu até visualizava as linhas e vetores e equações na minha cabeça, enquanto minha perna se movia em câmera lenta!!!)
Pesquisando loucamente atrás de provas de que talvez ele tenha sido um pouquinho como eu, normal, infantil e, bem, besta, encontro isso:
Uma lenda amplamente divulgada diz que Einstein teria sido reprovado em Matemática quando era estudante, inclusive reproduzida no famoso Ripley's believe it or not! (Acredite se quiser!). Entretanto, quando lhe mostraram um recorte de jornal com esta questão, Einstein riu. “Nunca fui reprovado em Matemática”, retrucou. “Antes dos quinze anos, já dominava cálculo diferencial e integral.”
E tudo o que eu tenho a dizer é: seu babaca.
Agora com licença que eu tenho muito, muito a estudar.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Fatias de cotidiano
a) No ônibus, um senhor, ávido por ajudar alguém, ofecereu-se para segurar as apostilas de uma pré-universitária que estava na minha frente. Mas ela teve que negar, pois já ia descendo. Então ele se virou para mim, ansioso: “Você também vai descer?!” Eu achei que ele estava sendo incrivelmente amável, mas infelizmente ia, então só dei um sorriso de orelha a orelha e concordei com a cabeça.
b) Coloquei o dinheiro de segurança (para caso eu gire a roleta antes do trocador passar minha carteirinha de estudante e eu não tenha dinheiro para pagar a inteira - e acabe passando a maior vergonha...) no bolso furado da calça e perdi cinqüenta centavos. (Como não tenho mais cofre - por enquanto! -, porém, não importa tanto.)
P.S.: Lembram-se disso? Bem, era uma TPM das mais tristonhas, que só colo de mãe cura. Curou!
b) Coloquei o dinheiro de segurança (para caso eu gire a roleta antes do trocador passar minha carteirinha de estudante e eu não tenha dinheiro para pagar a inteira - e acabe passando a maior vergonha...) no bolso furado da calça e perdi cinqüenta centavos. (Como não tenho mais cofre - por enquanto! -, porém, não importa tanto.)
P.S.: Lembram-se disso? Bem, era uma TPM das mais tristonhas, que só colo de mãe cura. Curou!
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Futilidade
É o seguinte: meu cofre encheu. Lotou. As moedas chegaram até a boca.
Joguei tudo no chão, ficou uma montanha absurda, o cheiro invadiu o escritório, um terror, mas contei tudo e consegui mais de duzentos reais. (!!!!!!!)
Só tem um problema: eu não faço a mínima idéia de com o quê gastar esse dinheirão! Assim, fazer até faço, tem muita coisa que eu quero, livros, DVDs, CDs, um relógio de pulso, um relógio despertador de dar corda, já que o meu quebrou, fones de ouvido grandões, uma bicicleta, lentes de contato, um abajour, um amor verdadeiro, uma calculadora científica, um ventilador de teto, mas... tudo me parece tão banal que não sinto vontade de comprar é nada! (Sequer ser consumista de cabeça erguida eu sei, aimeudeus!)
Joguei tudo no chão, ficou uma montanha absurda, o cheiro invadiu o escritório, um terror, mas contei tudo e consegui mais de duzentos reais. (!!!!!!!)
Só tem um problema: eu não faço a mínima idéia de com o quê gastar esse dinheirão! Assim, fazer até faço, tem muita coisa que eu quero, livros, DVDs, CDs, um relógio de pulso, um relógio despertador de dar corda, já que o meu quebrou, fones de ouvido grandões, uma bicicleta, lentes de contato, um abajour, um amor verdadeiro, uma calculadora científica, um ventilador de teto, mas... tudo me parece tão banal que não sinto vontade de comprar é nada! (Sequer ser consumista de cabeça erguida eu sei, aimeudeus!)
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Melancolia
Eu tenho me sentido extremamente pra baixo de uns tempos pra cá. E tinha ensaiado o maior monólogo para desabar de uma vez com meu psicológo, já que na verdade eu adoro ouvi-lo falar e falar, é tão confortável, e sempre adio as coisas que eu realmente preciso contar, deixa que meu despertador não toca e eu perco a sessão. Mais uma semana.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Segunda-feira não-tão-ruim
Ah, hoje foi divertido! Acordei não exatamente bem humorada, mas tirei um pouco de ânimo do baú e fui pro colégio.
Depois de agüentar as sempre anormalmente longas aulas de segunda-feira (pelo menos o professor de História faltou! E mesmo tendo adorado isso, bem, inúmeras melhoras para ele, coitado, que pegou dengue pela segunda vez!), comi um lanche e me preparei psicologicamente para mais três horas de puro terror intelectual: as específicas.
Aí comecei a ouvir o boato de que a professora mais histérica e exaltada (no bom sentido!) de História daria hoje a aula sobre Ditadura Militar. Quando planejava prestar Arquitetura, cheguei a ter aulas com ela, e foi realmente legal porque ela gritava e gritava e, hã... gritava. Pra valer. Isso porque só peguei o odiozinho dela por Getúlio Vargas, imagina então quando fosse falar de 1964 pra lá?! E o colégio tinha se preparado de tamanha forma pra isso que até separou o auditório e juntou as turmas dos dois horários! (Provavelmente para preservar a garganta dela.) E nunca tantas pessoas mataram aula ao mesmo tempo para assistir a bendita, e eu realmente fiquei com vontade de matar também, só que... eu não podia deixar meu professor de Matemática dar aula para zero pessoas, né...? Ele é infeliz, velho e corcunda, mas eu gosto dele!!! Então, voltei para a minha sala.
Lá encontrei: 60 cadeiras, 60 TDs, 4 pessoas, 1 professor. E eu.
Depois de 15 minutos, um dos caras saiu.
E foi realmente divertido!, porque eu me senti toda de volta à minha 2ª série, quando eu tinha apenas seis colegas e ainda tenho a vívida lembrança do dia em que eu faltei e, quando fui à escola no dia seguinte, descobri que não só eu, mas 71% da classe tinha faltado e só duas pessoas tinham assistido a aula. Nunca senti uma inveja tão saudável!
Já no carro, depois de contar tudo a mamãe, suspirei:
- Ai, pra mim a Ana Coelho dava ditadura toda semana, viu.
- Ah, mas e as outras pessoas, filha? Iam ficar sem aula...?
Quem raios leva uma frase dessas a sério e ainda tenta conscientizar a filha rumo ao altruísmo? Não é como se eu vivesse numa fábula e precisasse de uma moral para cada pôr-do-sol!
Depois de agüentar as sempre anormalmente longas aulas de segunda-feira (pelo menos o professor de História faltou! E mesmo tendo adorado isso, bem, inúmeras melhoras para ele, coitado, que pegou dengue pela segunda vez!), comi um lanche e me preparei psicologicamente para mais três horas de puro terror intelectual: as específicas.
Aí comecei a ouvir o boato de que a professora mais histérica e exaltada (no bom sentido!) de História daria hoje a aula sobre Ditadura Militar. Quando planejava prestar Arquitetura, cheguei a ter aulas com ela, e foi realmente legal porque ela gritava e gritava e, hã... gritava. Pra valer. Isso porque só peguei o odiozinho dela por Getúlio Vargas, imagina então quando fosse falar de 1964 pra lá?! E o colégio tinha se preparado de tamanha forma pra isso que até separou o auditório e juntou as turmas dos dois horários! (Provavelmente para preservar a garganta dela.) E nunca tantas pessoas mataram aula ao mesmo tempo para assistir a bendita, e eu realmente fiquei com vontade de matar também, só que... eu não podia deixar meu professor de Matemática dar aula para zero pessoas, né...? Ele é infeliz, velho e corcunda, mas eu gosto dele!!! Então, voltei para a minha sala.
Lá encontrei: 60 cadeiras, 60 TDs, 4 pessoas, 1 professor. E eu.
Depois de 15 minutos, um dos caras saiu.
E foi realmente divertido!, porque eu me senti toda de volta à minha 2ª série, quando eu tinha apenas seis colegas e ainda tenho a vívida lembrança do dia em que eu faltei e, quando fui à escola no dia seguinte, descobri que não só eu, mas 71% da classe tinha faltado e só duas pessoas tinham assistido a aula. Nunca senti uma inveja tão saudável!
Já no carro, depois de contar tudo a mamãe, suspirei:
- Ai, pra mim a Ana Coelho dava ditadura toda semana, viu.
- Ah, mas e as outras pessoas, filha? Iam ficar sem aula...?
Quem raios leva uma frase dessas a sério e ainda tenta conscientizar a filha rumo ao altruísmo? Não é como se eu vivesse numa fábula e precisasse de uma moral para cada pôr-do-sol!
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Aconteceu assim
(ou Por que raios eu estou com um buraco num dente se estava apenas comendo um sanduíche de queijo dentro da validade)
Há exatos três anos, quando eu era uma menina que participava de quadrilhas de São João da escola com o batom de mamãe e muitas sardas, aconteceu de eu escorregar. Assim, durante um ensaio, numa poça d'água.
(Meu par um ano mais novo não me segurou.)
Como eu também não sou lá muito normal, em vez da clássica queda-de-bunda-que-quebra-o-cóccix, caí pra frente e quebrei dois dentes. Mas não de frente, peloamordedeus, nem me fale que tenho agonia! Caí de boca fechada, e um antiquíssimo corte no queixo (de quando eu tinha seis anos, morava numa chácara a 1km da praia e ia na vizinha do meu vizinho para nadar na piscina dela e, eventualmente, pular na borda e se machucar feio, aaaahh, tempos que não voltam!) até se abriu.
Não senti nenhuma dor, na verdade, até me levantei prontamente para recomeçar o ensaio, deixa que logo uma dúzia de pessoas veio me acudir e me levar ao banheiro. Só fui entender vendo a mancha vermelha no queixo. Não sangrou, eu levei 4 pontos e passei um mês sem poder ficar entediada e apoiar o cérebro na mão.
Até que comecei a achar que conseguia mover parte de um molar. E, bem, eu conseguia mesmo! Arranquei o pedaço (não sozinha!), fiz um canal (na dentista!) e minha sensibilidade dentária nunca mais foi a mesma (durante alguns meses, hoje tá normal).
P.S.: Como mamãe viajou e eu acho realmente solitário dormir numa cama de casal sem companhia, estou de volta na trilha da maturidade, dormindo no meu quarto!
P.P.S.: Antes de viajar, ela ligou para a minha dentista (que não visito há... exatos três anos, ops) e, delirem!, ela fez uma cirurgia, está de licença e só volta a trabalhar em um mês. Felizmente, como um dos meus professores favoritos (que na verdade deu sua última aula na quarta-feira e abandonou o pré-universitário para sempre, uma tristeza sem fim!!! E, detalhe, eu nunca tinha conversado com ele até esse recreio em que, num acesso de coragem, mostrei-lhe meu dente quebrado!!!) também é dentista, ele deu uma olhada e até pegou a chave do carro para simular uma obturação! (Humor negro, brrr!)
Há exatos três anos, quando eu era uma menina que participava de quadrilhas de São João da escola com o batom de mamãe e muitas sardas, aconteceu de eu escorregar. Assim, durante um ensaio, numa poça d'água.
(Meu par um ano mais novo não me segurou.)
Como eu também não sou lá muito normal, em vez da clássica queda-de-bunda-que-quebra-o-cóccix, caí pra frente e quebrei dois dentes. Mas não de frente, peloamordedeus, nem me fale que tenho agonia! Caí de boca fechada, e um antiquíssimo corte no queixo (de quando eu tinha seis anos, morava numa chácara a 1km da praia e ia na vizinha do meu vizinho para nadar na piscina dela e, eventualmente, pular na borda e se machucar feio, aaaahh, tempos que não voltam!) até se abriu.
Não senti nenhuma dor, na verdade, até me levantei prontamente para recomeçar o ensaio, deixa que logo uma dúzia de pessoas veio me acudir e me levar ao banheiro. Só fui entender vendo a mancha vermelha no queixo. Não sangrou, eu levei 4 pontos e passei um mês sem poder ficar entediada e apoiar o cérebro na mão.
Até que comecei a achar que conseguia mover parte de um molar. E, bem, eu conseguia mesmo! Arranquei o pedaço (não sozinha!), fiz um canal (na dentista!) e minha sensibilidade dentária nunca mais foi a mesma (durante alguns meses, hoje tá normal).
P.S.: Como mamãe viajou e eu acho realmente solitário dormir numa cama de casal sem companhia, estou de volta na trilha da maturidade, dormindo no meu quarto!
P.P.S.: Antes de viajar, ela ligou para a minha dentista (que não visito há... exatos três anos, ops) e, delirem!, ela fez uma cirurgia, está de licença e só volta a trabalhar em um mês. Felizmente, como um dos meus professores favoritos (que na verdade deu sua última aula na quarta-feira e abandonou o pré-universitário para sempre, uma tristeza sem fim!!! E, detalhe, eu nunca tinha conversado com ele até esse recreio em que, num acesso de coragem, mostrei-lhe meu dente quebrado!!!) também é dentista, ele deu uma olhada e até pegou a chave do carro para simular uma obturação! (Humor negro, brrr!)
terça-feira, 27 de maio de 2008
O novo motivo para dormir com mamãe
O pedreiro veio ontem começar o conserto da parede sem cortina e felizmente terminou hoje. Antes de eu sequer chegar em casa, porém, veio a notícia: Rosa decidiu que as cortinas estavam sujas demais para ficarem sem serem limpas e inventou de... limpá-las. Caíram de novo.
Mas o pedreiro nem tinha saído daqui de casa ainda, e, agora que tudo parece estar ok, o meu quarto permanece em quarentena.
Mas o pedreiro nem tinha saído daqui de casa ainda, e, agora que tudo parece estar ok, o meu quarto permanece em quarentena.
domingo, 25 de maio de 2008
Cortinas, unhas e dentes
Não passei da pipoca pro pudim, mas fiquei com uma vontade tão grande de tentar um brownie por causa de uma conversa da noite passada que cliquei na primeira receita que o Google encontrou e fui fazê-la!
Ficou realmente uma delícia, o chocolate meio-amargo derretido deu o toque final (e eu tenho considerado jogar tudo pro alto - os estudos, os desenhos e os confetes - e virar gastrônoma), o que na verdade é um tanto estranho considerando minha atual maré de azar...
a) Minha cortina caiu quando eu estava indo dormir ontem, e só não me acertou porque eu não fui lerda o suficiente para não segurá-la. Agora tem dois buracões em cima da minha janela.
b) Enquanto eu abraçava alegremente os meus joelhos no carro (sem cinto...!) indo a um shopping para comprar um livro (que, por acaso, apesar de eu tê-lo encomendado quinze dias atrás e de ter marcado com um atendente da loja para comprá-lo no sábado... já havia sido vendido), notei que a unha do meu polegar do pé esquerdo está... quebrada. Bem no meio. (HIHIHI, SÉRIO, estou precisando de uma comoção! Até agora as pessoas só tem me olhado com uma cara de "Que fútil, você"!!!)
c) Quando o brownie estava para ficar pronto e eu morria de fome (assistindo a O Tempero da Vida, não tenho culpa!), fui fazer (eu e mamãe.........) um sanduíche de queijo, afinal, eu tinha acabado de lamber a tigela do brownie e não queria ficar enjoada na hora em que fosse provar o primeiro pedaço... Em uma das mordidas, senti algo duro e, tirando a coisa da boca, me dou de cara com algo... branco. A primeira coisa que eu pensei foi:
- HIHI, UM PEDAÇO DE UM DENTE MEU!
Mas, claro, só consegui mesmo achar que nós de fato deveríamos parar de comprar aquele queijo horroroso. No fim... era um pedaço de um dente meu. Talvez até 1/4.
Sem privacidade, sem integridade... e com um buraco no dente.
Ficou realmente uma delícia, o chocolate meio-amargo derretido deu o toque final (e eu tenho considerado jogar tudo pro alto - os estudos, os desenhos e os confetes - e virar gastrônoma), o que na verdade é um tanto estranho considerando minha atual maré de azar...
a) Minha cortina caiu quando eu estava indo dormir ontem, e só não me acertou porque eu não fui lerda o suficiente para não segurá-la. Agora tem dois buracões em cima da minha janela.
b) Enquanto eu abraçava alegremente os meus joelhos no carro (sem cinto...!) indo a um shopping para comprar um livro (que, por acaso, apesar de eu tê-lo encomendado quinze dias atrás e de ter marcado com um atendente da loja para comprá-lo no sábado... já havia sido vendido), notei que a unha do meu polegar do pé esquerdo está... quebrada. Bem no meio. (HIHIHI, SÉRIO, estou precisando de uma comoção! Até agora as pessoas só tem me olhado com uma cara de "Que fútil, você"!!!)
c) Quando o brownie estava para ficar pronto e eu morria de fome (assistindo a O Tempero da Vida, não tenho culpa!), fui fazer (eu e mamãe.........) um sanduíche de queijo, afinal, eu tinha acabado de lamber a tigela do brownie e não queria ficar enjoada na hora em que fosse provar o primeiro pedaço... Em uma das mordidas, senti algo duro e, tirando a coisa da boca, me dou de cara com algo... branco. A primeira coisa que eu pensei foi:
- HIHI, UM PEDAÇO DE UM DENTE MEU!
Mas, claro, só consegui mesmo achar que nós de fato deveríamos parar de comprar aquele queijo horroroso. No fim... era um pedaço de um dente meu. Talvez até 1/4.
Sem privacidade, sem integridade... e com um buraco no dente.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Relatório semanal
Ultimamente só tenho postado coisas lânguidas, né...? Mas, bem, não é exatamente como se eu estivesse esbanjando infelicidade por aí nem nada, então...
...coisas legais que aconteceram nos últimos sete dias:
1. Todos os meus pedidos internáuticos chegaram e eu estou a maior babona! Mas, besta que sou, decidi ler uma coisa de cada vez... (E ainda assim tem três livros na minha cabeceira!)
2. Fiz uma redação hoje, um conto, e fiquei bastante feliz com o resultado! Tirei a idéia descaradamente de um livro que eu odiei justamente por não ter sabido aproveitar essa idéia genial...! Minha mãe gostou, hihi.
3. Não cheguei atrasada nenhuma vezinha!
4. Recebi minhas últimas provas e fui bem, como eu esperava! E esse sábado... Tem mais!!!!! Não é uma maravilha?!
5. Meu anti-vírus pifou!
...coisas legais que aconteceram nos últimos sete dias:
1. Todos os meus pedidos internáuticos chegaram e eu estou a maior babona! Mas, besta que sou, decidi ler uma coisa de cada vez... (E ainda assim tem três livros na minha cabeceira!)
2. Fiz uma redação hoje, um conto, e fiquei bastante feliz com o resultado! Tirei a idéia descaradamente de um livro que eu odiei justamente por não ter sabido aproveitar essa idéia genial...! Minha mãe gostou, hihi.
3. Não cheguei atrasada nenhuma vezinha!
4. Recebi minhas últimas provas e fui bem, como eu esperava! E esse sábado... Tem mais!!!!! Não é uma maravilha?!
5. Meu anti-vírus pifou!
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Tirado da agenda
“Estou começando a ter dúvidas sobre a minha faculdade de Física... Será que eu não deveria ir para uma faculdade de Artes, sei lá? Tenho tanto medo de perder minhas idéias e meu lirismo numa faculdade racional!
Mas se eu fosse ter que voltar a me esforçar em História eu... ai, deixa pra lá.
E é tão fácil para VOCÊS que eu morro de inveja! Basta pular as páginas até o mês de dezembro e descobrir de uma vez que vestibular eu prestei... Queria fazer isso também.
Mas, hã, bem, eu tenho um pouquinho de medo. (Não que fosse funcionar para mim, dã.)”
terça-feira, 13 de maio de 2008
Os fatos
Hoje é 13 de maio.
Eu moro perto de uma avenida chamada 13 de maio.
Eu moro perto da Igreja de Nossa Senhora de Fátima.
O grande dia dela é o dia 13.
Principalmente o de maio.
Eu moro perto de uma praça chamada 13 de maio.
No centro dessa praça, sendo inaugurada hoje, está uma estátua.
De Nossa Senhora de Fátima.
Agora me imaginem pegando o ônibus para ir à escola.
Eu moro perto de uma avenida chamada 13 de maio.
Eu moro perto da Igreja de Nossa Senhora de Fátima.
O grande dia dela é o dia 13.
Principalmente o de maio.
Eu moro perto de uma praça chamada 13 de maio.
No centro dessa praça, sendo inaugurada hoje, está uma estátua.
De Nossa Senhora de Fátima.
Agora me imaginem pegando o ônibus para ir à escola.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Inferno
[Do lat. infernu.] S. m. 1. Mitol. Lugar subterrâneo, onde estão os mortos. 2. Rel. Segundo o cristianismo, lugar ou situação pessoal em que se encontram os que morreram em estado de pecado. 3. Jan. Pegar, quando as linhas de ônibus estão em greve, a topic errada em horário de lotação, porque o cara que estava na parada há mais de uma hora não vira seu ônibus uma única vez, ter que se segurar com apenas uma mão porque a outra está muitíssimo ocupada segurando a mochila com as apostilas do dia e um pouco mais, suar excessivamente, se desesperar muito pelo caminho totalmente diferente do rotineiro, descer numa parada a quase uma dúzia de quarteirões de casa e andar toda essa distância, aproveitando para encontrar não um, nem dois, mas três ônibus da sua linha, que não passava a mais de uma hora, vindo exatamente da direção de onde você devia ter vindo.
Como afinal eu não me tornei uma pessoa amarga?
Não faço idéia.
Como afinal eu não me tornei uma pessoa amarga?
Não faço idéia.
Sono selvagem
Passei a manhã sentindo essa maldita dor de cabeça e só consegui pensar que, afinal de contas, está na hora de parar de ler antes de dormir, porque isso definitivamente tem tirado o meu sono (mesmo que eu esteja lendo um paradidático dos mais chatinhos).
Tomando meu banho para a escola, notei uma pintinha vermelha na minha testa. E não é que eu de fato bati a cabeça enquanto dormia?!
Nem na hora de dormir consigo ter a minha paz.
Tomando meu banho para a escola, notei uma pintinha vermelha na minha testa. E não é que eu de fato bati a cabeça enquanto dormia?!
Nem na hora de dormir consigo ter a minha paz.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Amor de cidade grande
terça-feira, 22 de abril de 2008
A minha calçada da fama
Quinta-feira passada vi o primeiro cimento fresco da minha vida, e, é claro, hihi, não resisti. Pus minha mão lá.
Hoje passei no mesmo lugar e misteriosamente não encontrei nem minha mão nem meu "JANA".
Ainda estou tentando me convencer de que a culpa foi do óculos...
Hoje passei no mesmo lugar e misteriosamente não encontrei nem minha mão nem meu "JANA".
Ainda estou tentando me convencer de que a culpa foi do óculos...
domingo, 20 de abril de 2008
O perfil dos meus professores
Tempo de carne e osso
Nem contem as velinhas, pelo amor de Deus!(Hihi, na verdade nem precisa, já que eu tecnicamente devo estar atualizando a biografia aqui do lado...!)
Então, né. Dezessete anos. (Opa, falei!)
Ai, me sinto tão velha! E, pior ainda, a cada segundo que passa, eu não paro de jeito nenhum de envelhecer!!!!!!! E vou ficando mais e mais velha e de repente não me divirto mais com os meus livros, dou risadas bobas quando uma criança expressa sua criatividade numa frase e não paro de repetir "te vi desse tamanhinho"... Ó, CÉUS, isso não pode acontecer comigo! Imaginem quando eu estiver delirando na faculdade e começar a me esquecer dos meus tempos de escola?! Quando eu não conseguir mais me lembrar dos hambúrgueres com sorrisos (catchup = boca, maionese = olhos) da 2ª série e de como eu derramei a água que minha amiguinha Mariana segurava na farda dela de propósito na 4ª série porque estava chateada com... COM QUE É QUE EU ESTAVA CHATEADA MESMO?!
E quando... eu não conseguir mais confiar na minha memória...?
Ok, esse devia ser um post feliz!!!!!!!!!
Ah... sem ânimo para isso...
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Paixonite no ônibus
Passei a catraca com montes de coisas na mão e parei em frente a uma cadeira qualquer para me ajeitar... Aproveitei e apoiei o guarda-chuva num cantinho.
- Ah, deixa que eu seguro!
- Oh, hã... - Vergoooonha! - Bem, hihi, obrigada...
Coradinha eu enfiei o livro que segurava na mochila.
- Quer que eu segure a mochila também?
- Oh, hum... Ok, 'brigada...!
E não consegui mais olhar para o rosto dele.
Afinal, por que raios só caras bizarros me abordam do nada e pedem meu e-mail e não garotos cool que se oferecem para segurar minhas coisas e se parecem com o Fred de Harry Potter?! (Ou com o George, tanto faz!)
- Ah, deixa que eu seguro!
- Oh, hã... - Vergoooonha! - Bem, hihi, obrigada...
Coradinha eu enfiei o livro que segurava na mochila.
- Quer que eu segure a mochila também?
- Oh, hum... Ok, 'brigada...!
E não consegui mais olhar para o rosto dele.
Afinal, por que raios só caras bizarros me abordam do nada e pedem meu e-mail e não garotos cool que se oferecem para segurar minhas coisas e se parecem com o Fred de Harry Potter?! (Ou com o George, tanto faz!)
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