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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Depois da tempestade

Enquanto esperava pelo meu ônibus na parada (logo depois de perdê-lo, diga-se de passagem), uma moça deliberadamente se virou pra mim e disse:
- Boa tarde!
Eu respondi e começamos a conversar sobre várias amenidades, incluindo o clima (nada ameno) e as atuais chuvas e os terríveis raios.
Eu sei que não tá escrito na minha testa porque acabei de checar no espelho, mas me pergunto se tem alguma coisa no meu rosto dizendo para a cidade toda que eu adoro quando estranhos puxam conversa comigo (talvez uma pinta?) ou se a moça que era extrovertida mesmo.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Fatias de cotidiano

a) No ônibus, um senhor, ávido por ajudar alguém, ofecereu-se para segurar as apostilas de uma pré-universitária que estava na minha frente. Mas ela teve que negar, pois já ia descendo. Então ele se virou para mim, ansioso: “Você também vai descer?!” Eu achei que ele estava sendo incrivelmente amável, mas infelizmente ia, então só dei um sorriso de orelha a orelha e concordei com a cabeça.
b) Coloquei o dinheiro de segurança (para caso eu gire a roleta antes do trocador passar minha carteirinha de estudante e eu não tenha dinheiro para pagar a inteira - e acabe passando a maior vergonha...) no bolso furado da calça e perdi cinqüenta centavos. (Como não tenho mais cofre - por enquanto! -, porém, não importa tanto.)

P.S.: Lembram-se disso? Bem, era uma TPM das mais tristonhas, que só colo de mãe cura. Curou!

sábado, 31 de maio de 2008

Carona e olheiras

Mamãe viajou, e, como essa é certamente a pior semana do mês (específicas na segunda até 22h10 + aula de inglês à noite na quarta + aula extra de Física igualmente tarde na quinta + competição de dança da qual uma amiga participou e que só terminou perto da meia-noite na sexta + simuladão no sábado, às 8h00), não pude voltar de ônibus e peguei carona com meu primo universitário em dois dos dias.
Admito que me senti altamente cool voltando num carro de janelas abertas e power metal nas alturas com alguém que definitivamente não sabe dirigir prudentemente, hihi!

P.S.: Ele faz Odontologia, e, quando eu mostrei meu dente quebrado e relatei minhas desventuras, notei um leve arrepio.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Aconteceu assim

(ou Por que raios eu estou com um buraco num dente se estava apenas comendo um sanduíche de queijo dentro da validade)

Há exatos três anos, quando eu era uma menina que participava de quadrilhas de São João da escola com o batom de mamãe e muitas sardas, aconteceu de eu escorregar. Assim, durante um ensaio, numa poça d'água.
(Meu par um ano mais novo não me segurou.)
Como eu também não sou lá muito normal, em vez da clássica queda-de-bunda-que-quebra-o-cóccix, caí pra frente e quebrei dois dentes. Mas não de frente, peloamordedeus, nem me fale que tenho agonia! Caí de boca fechada, e um antiquíssimo corte no queixo (de quando eu tinha seis anos, morava numa chácara a 1km da praia e ia na vizinha do meu vizinho para nadar na piscina dela e, eventualmente, pular na borda e se machucar feio, aaaahh, tempos que não voltam!) até se abriu.
Não senti nenhuma dor, na verdade, até me levantei prontamente para recomeçar o ensaio, deixa que logo uma dúzia de pessoas veio me acudir e me levar ao banheiro. Só fui entender vendo a mancha vermelha no queixo. Não sangrou, eu levei 4 pontos e passei um mês sem poder ficar entediada e apoiar o cérebro na mão.
Até que comecei a achar que conseguia mover parte de um molar. E, bem, eu conseguia mesmo! Arranquei o pedaço (não sozinha!), fiz um canal (na dentista!) e minha sensibilidade dentária nunca mais foi a mesma (durante alguns meses, hoje tá normal).

P.S.: Como mamãe viajou e eu acho realmente solitário dormir numa cama de casal sem companhia, estou de volta na trilha da maturidade, dormindo no meu quarto!
P.P.S.: Antes de viajar, ela ligou para a minha dentista (que não visito há... exatos três anos, ops) e, delirem!, ela fez uma cirurgia, está de licença e só volta a trabalhar em um mês. Felizmente, como um dos meus professores favoritos (que na verdade deu sua última aula na quarta-feira e abandonou o pré-universitário para sempre, uma tristeza sem fim!!! E, detalhe, eu nunca tinha conversado com ele até esse recreio em que, num acesso de coragem, mostrei-lhe meu dente quebrado!!!) também é dentista, ele deu uma olhada e até pegou a chave do carro para simular uma obturação! (Humor negro, brrr!)

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Tirado da agenda

“Estou começando a ter dúvidas sobre a minha faculdade de Física... Será que eu não deveria ir para uma faculdade de Artes, sei lá? Tenho tanto medo de perder minhas idéias e meu lirismo numa faculdade racional!
Mas se eu fosse ter que voltar a me esforçar em História eu... ai, deixa pra lá.
E é tão fácil para VOCÊS que eu morro de inveja! Basta pular as páginas até o mês de dezembro e descobrir de uma vez que vestibular eu prestei... Queria fazer isso também.

Mas, hã, bem, eu tenho um pouquinho de medo. (Não que fosse funcionar para mim, dã.)”

domingo, 20 de abril de 2008

O perfil dos meus professores

Tomei vergonha na cara! (Agora delirem total que eu até botei nomes, HIHI! Só não saiam espalhando por aí, ok?)

sábado, 19 de abril de 2008

It could have been a brilliant career

Se em alguma mente perturbada fosse cogitado pensar em acreditar que existiria uma razão para eu ser médica, esta seria a convivência com os pacientes. Saber seus dramas, suas vivências, suas alegrias, suas bobagens, ah, eu adoraria!
Hoje mesmo, tava na parada de ônibus... e um cara olha para mim.
Sorri.
...E ele começou a falar:
- Cara, eu fiz a maior mancada.
- Oh... Perdeu o ônibus...?
- Perdi o emprego no ônibus. Fui fazer teste para motorista e tava fazendo tudo direitinho! Aí quando entrei ali na Aguanhambi, bem... usei a terceira. Só que não dá pra usar terceira em ônibus, senão todo mundo cai! Ai meu Deus, o que é que eu vou fazer agora...
E aqui começam os motivos porque eu realmente não posso ser médica: eu não sei lidar com isso! Minha testa congela e meus lábios grudam. Quando subia na van, até quis dizer um "Boa sorte!", mas usei o fato de ele estar olhando para outro lado como desculpa, e ele ficou lá... sozinho.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Sea of Love

Come with me
My love
To the sea
The sea of love

I wanna tell you
How much
I love you

Minha total nova favorita música dos últimos tempos da última semana.
Existe música mais amorosa do que essa?
Um dia, ah, um dia... eu a cantarei para alguém... com todo o amor que eu tiver.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Paixonite no ônibus

Passei a catraca com montes de coisas na mão e parei em frente a uma cadeira qualquer para me ajeitar... Aproveitei e apoiei o guarda-chuva num cantinho.
- Ah, deixa que eu seguro!
- Oh, hã... - Vergoooonha! - Bem, hihi, obrigada...
Coradinha eu enfiei o livro que segurava na mochila.
- Quer que eu segure a mochila também?
- Oh, hum... Ok, 'brigada...!
E não consegui mais olhar para o rosto dele.

Afinal, por que raios só caras bizarros me abordam do nada e pedem meu e-mail e não garotos cool que se oferecem para segurar minhas coisas e se parecem com o Fred de Harry Potter?! (Ou com o George, tanto faz!)

sábado, 22 de março de 2008

Senhoras e senhores

Layout novo...!
A verdade é que eu meio que não agüentava (vou usar o trema até o fim da minha vida, mesmo que eu pareça antiqüada como aqueles que escrevem "almôço" parecem para mim!) mais aquele layout e, hã... Uhul, agora nós temos nudez nesse blog! (Caham, notem que eu fiz questão de censurar minhas partes íntimas!)
Agora do rosa simplesmente não consegui me livrar! Tentei pôr um laranja, um verde como fundo, mas simplesmente não combinou com o conceito, então, puf!, rosa. (Mas notem novamente que esse rosa é mais vermelho que o anterior!)
E, hum, hihi, ficou xuxuzinho, não ficou...? Eu particularmente adorei! Até terminei ele correndo para poder colocar logo com medo de enjoar de tanto encarar que eu encarava, só admirando... (Ai, narcisista, sai de perto!)
E, ai, sei lá, não sou boa com esses posts sobre o blog!

P.S.: Não deixem de reparar na Gata (Artemis) e na Nina, que agora é legitimamente da família!
P.P.S.: E, naturalmente, em mim!, já que eu sou a peça chave desse layout, hihi. (Nem eu sabia dessa minha faceta narcisista...)

quinta-feira, 20 de março de 2008

Nina

Dessa vez não é a Nina gata, só uma coisa que eu fiz entre um suspiro e outro... (Não sei desenhar caras, diga-se de passagem, e esse criatura - que já se chamou Cláudio e no momento permanece sem nome - parece ter 10 anos, uma tristeza...)

P.S.: Essa Nina veio antes da outra e, sim!, aquilo na sacola dela no quinto quadrinho é uma baguete, hihi! Só achei que combinava com a idéia da personagem...

sábado, 1 de março de 2008

Nostalgia

Sempre que eu estava zanzando por sites e encontrava desenhos feitos quando criança por ilustradores legais, eu ficava me lamentando por não ter nenhum desenho de quando eu era pequena...
Então, hoje, me toquei: e não era mamãe que tirava os desenhos da minha mão para guardá-los?
De fato, era.
Agora nós estamos com papel de todo lado! Cartões de Dias das Mães, de Dias dos Pais (na ausência de pai, ia pra mãe mesmo, ué!), cartas, envelopes, rabiscos, muitas canetinhas, lápis-de-cor, linhas feitas a lápis e não-apagadas, desenhos feitos simplesmente para dizer Eu te amo.

E, no meio de tudo, uma carta.
De uma moça que cuidava de mim quando era recém-nascida e nós nos mudamos de Maceió para Fortaleza. Segundo mamãe, ela foi embora durante a noite e deixou o bilhete embaixo do nosso travesseiro.
Me fez chorar.

se a passagem Não fosse tão cara eu não ia embora de vez porque sempre que eu tivesse saudade de ver familia eu ia em casa
Não pensei que fosse gostar tanto da Janaina quando me deitava com ela na rede pra fazer ela dormir ela olhava pra mim e eu achava tão linda e dava tanto beijo e abraço e ficava com vontade de chora porque ia embora e começava a cantar a musquinha falar ela dormia e eu tornava a beija e dizia é linda demais.
Dona Gema
Obrigado
Por tudo

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Parece criancinha

É incrível como a minha mãe consegue ser mais criança do que eu em certos momentos!
Saímos para alugar filmes e no caminho paramos para eu comprar algo para comer no McDonald's, enquanto ela ia ao banheiro.
Mas quando ela estava a um passo da porta do banheiro, e eu no caixa, já pagando...
- ...Jana... eu queria comer também...
- Mãe, você vem pedir agora?
- ...Deixa pra lá...
- Tudo bem, mãe. O que é?
- Umsanduíchedefrangooudepeixe!
Pedi um McFish e um suco de uva, porque não acho o de laranja muito gostoso.
Até que minha mãe voltou.
- E aí, filha? Pediu o quê para eu beber?
- Suco de uva.
Ela gemeu, fez cara de desgosto e ainda falou baixinho:
-...Uuuuuuvaaaaa...?
Suspirei. Isso lá é jeito de mãe agir frente a alguém a quem deve servir de exemplo?
- Do que você queria?
E, com um muxoxo:
- ...Laranja...
Aí de repente uma atendente aparece, para salvar minha pele:
- Olha, o suco de uva vai demorar uns dois minutinhos para ficar pronto, então se vocês quiserem esperar ou pedir outro, é decisão de vocês.
Como todo mundo sabe que dois minutinhos de atendentes é bem mais do que dois minutos normais, pedi logo um suco de laranja, que, afinal, também era o que minha mãe queria. A atendente sorriu (é claro) e foi colocar o suco.
- ...Laranja, Jana?
- Hã?
- Sabe... se são só dois minutos, nós podíamos esperar...
- Mas, mãe!, você disse-
- ...Eu queria provar o de uva...
Falei com a atendente, ela deixou o suco de laranja já servido num cantinho e nós esperamos cinco minutos pelo de uva.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Minha relação com trocadores de ônibus

Quanto mais eu penso, mais eu percebo: minha relação com os ônibus é uma relação de amor e ódio!
Dar trinta centavos a mais para facilitar o troco, oferecer o colo como assento para os livros de alguém, dizer "Obrigada!" a um motorista repetido são de fato pequenas coisas que alegram o meu dia, mas o número de infelicidades e situações tristes que me acontecem neles é bem razoável.
Para começar, minha relação com trocadores de ônibus não é nada boa. (Nem com motoristas nem com passageiros, mas vamos relevar essa parte...)

Certa vez estava voltando da minha aula de música e peguei o ônibus de costume. Entreguei a carteirinha de estudante e o dinheiro (um real, contado) à trocadora e me adiantei na roleta. Deixa que nossa querida coadjuvante não estava nos seus melhores dias e deixou que eu rodasse a roleta sem passar a carteirinha! O sistema automaticamente gravou que a passagem era uma inteira e ela começou a olhar para mim com uma cara de "me arranje mais 60 centavos!", o que certamente era um problema, já que a única coisa que eu tinha nos bolsos era mais 20 centavos, troco da passagem de ida, e talvez alguma embalagem de chiclete Big Big. Depois de um olhar nem um pouco agradável da parte dela, me sentei. Só nos restava esperar que um novo passageiro entrasse e pagasse inteira.
Felizmente, logo na outra parada duas pessoas apareceram na porta e meu rosto se iluminou!
- Inteira? (Trocadora, muito mal humorada)
- Hã... Pass Card.
- Ah, então sentem aí porque essa garotinha aqui - disse e apontou para mim com o dedão horrível dela - girou a roleta antes que eu pudesse passar a carteirinha dela e agora o sistema cadastrou uma inteira! Eu é que não vou tirar o dinheiro do meu bolso, então vocês vão ter que esperar alguém pagar uma inteira!
As duas pessoas se sentaram meio confusas, mas eu não pude deixar de sentir uma fusilada do olhar delas em mim, e só consegui me encolher mais e mais.
Na outra parada, outra pessoa entrou...
- Inteira?
- Ah, não... Meia... Por qu-
- Senta aí então, que essa garota aqui mexeu a roleta antes de eu passar a carteirinha de estudante e agora o sistema cadastrou uma inteira! Vocês vão ter que esperar alguém pagar essa inteira!
- Hum... ok.
E novamente aquela fusilada...
Na outra parada, três pessoas. Nenhuma inteira.
- Pois o jeito é vocês se sentarem aí, porque essa garotinha bem aqui girou a roleta antes que eu pudesse passar a carteirinha dela e agora ficou cadastrada uma inteira! Só vai passar quem pagar inteira!
O percurso seguiu desse jeito... Curiosamente só entravam pessoas com Pass Card ou que tinham carteirinhas, nada de inteira, nada de alma bondosa que evitasse olhar minhas costas.
Depois de três quartos do caminho foi que o messias subiu.
- Inteira?
- ...Sim...
Deu o dinheiro à trocadora, passou na roleta, e de repente todo mundo atacou! E era tanta gente na parte de trás daquele ônibus esperando a inteira que quando eu fui passar para a frente (por último, é claro), quase não havia cadeiras vagas! Mas eu já estava do tamanho de uma formiga, então facilmente arranjei um lugar para ficar.

Outra situação não tão vergonhosa mas assustadora aconteceu num dia em que minha mãe não tinha troco para o ônibus e me deu duas notas de 10 reais, para a semana toda.
Fiz o procedimento padrão de subida de ônibus e me virei para tirar o dinheiro da mochila. Entreguei a carteirinha ao trocador e uma das notas de 10 reais, e por fim me virei de novo para guardar a outra nota de dez.
Quando voltei minha atenção para o trocador, ele estava com as mãos vazias e um olhar distante.
- Hã?
Ele olhou em volta, mexeu as mãos e me olhou de novo com o olhar distante.
- Como assim?! VOOU?!
Ele olhou para baixo e para trás, sempre lentamente e com aquele olhar irritante.
- NÃO! Meu dinheiro voou?!?! Como assim?! Não! Não!
Era o meu dinheiro da semana!!! Como assim?! DEZ REAIS! Não posso perder tudo isso assim, de moleza!!!
Ele olhou para baixo conseguindo ser ainda mais insuportável e num movimento rápido tirou uma nota de dez do bolso e me entregou com um sorriso odioso.

E infelizmente as histórias não param por aí... A quantidade de socos acidentais que levo não é pequena, e até um cafuné eu já consegui.

P.S.: Até poucas horas atrás eu jurava que num certo trecho da música Um Mundo Ideal, de Aladdin, ele cantasse "que a na-natureza", desse jeito, repetindo a sílaba. Percebendo que não fazia sentido algum e era horrível, analisei a situação e descobri que na verdade é "que há na natureza". Vergonhoso.
P.P.S.: OK, EU MENTI. Google me ajudou na descoberta.

sábado, 22 de dezembro de 2007

O que eu falo ao telefone

Diálogo com uma amiga quando eu estava procurando um DVD para lhe dar de presente mas tinha medo de ela já ter:
- Carol, Carol, que filmes do Woody Allen você tem? Eu tava querendo... fazer uma sessão Woody Allen lá em casa e queria saberosquevocêtemparaeconomizar!
- É o quê?!
De tão nervosa que eu tava não consegui mais manter a mentira...
- ...Que filmes do Woody Allen você tem?
- Ah... A rosa púrpura do Cairo, Todos dizem eu te amo e Dirigindo no escuro.
E, naturalmente, os dois filmes que eu havia encontrado ela já tinha.
- Ah... Ok. Leva Dirigindo no escuro quinta-feira?
- Tá.
- Tchau!
- Tchau!
Fiasco total!
E ela estava tão feliz quando atendeu a minha linda ligação e viu quem era que deve ter ficado decepcionadíssima com o diálogo mixuruca...

sábado, 15 de dezembro de 2007

Ãin

Eu. Show. Mombojó.
Aaaaahhhhh. Sinceramente, certeza que o Felipe (vocalista, hihi) estava olhando para mim.
Ahhh...
Fiquei em total estado de choque, nem dancei, só consegui cantar roucamente com minha voz de gripada catarrenta. Delírio.

Na saída, pedi a um moço o ingresso, para guardar de lembrança. Ele me deu o pôster.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Eduardo e Mônica

Mônica,
Depois de tanto ser contada por aí, a sua bela história chegou a mim, e ao fim. Eu me identifiquei muito com a música (exceto pela parte do dezesseis, da novela, do futebol, do clube, do cinema e da birita, mas não acho que isso seja um obstáculo no amor!).
Pois é. Eu achei você muito legal e também me acho muito legal, então será que nós... poderíamos... nosencontrarporfavor?
Obrigado,
Eduardo

Ele tem 8 anos e sabe fazer subtrações, adições, ler, escrever e desenhar, então já está na hora de ir para a faculdade.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Indo ao colégio

Fui ao meu colégio hoje para comprar ingressos para a apresentação de dança de uma amiga e, pirem!, encontrei meu adorável professor de Química I, hihi!
Ele disse que eu estava linda com meu novo corte de cabelo, HIHIHIHI.